Anne Sala Leite (minha neta) tem um “amigo”, bastante fiel, não somente a ela, como a sua mãe (minha filha).
É Dudu, um Poodle, com 04 anos de idade, amoroso, inteligente e
companheiro.
É considerado uma das raças mais obedientes, dóceis e versáteis!
Ele tem grande poder de associação e aprende tudo com facilidade.
Acompanhamos de perto o seu convívio em família e ficamos encantados com tamanha presteza.
Ele consegue, literalmente, tomar conta de tudo que diz respeito à Anne e Milena. __Toma conta de maneira ciumenta do computador e da cafeteira do curso.
Costumo dizer que ele é um guardião fiel da família...
Se alguém aproximar de minha neta ou de minha filha, para um afago, um carinho, ele “rosna”, e, se descuidarmos, ele investe em cima, apronta das suas e corre.
Tenho uma amiga que diz o seguinte:
Uma pessoa para ser considerada “razoavelmente boa”, precisa gostar de crianças, ter paciência com idosos, gostar de animais e plantas.
Na ótica dela, o ser humano, para ser essencialmente trabalhado, “ser gente”, tem que ter esta singularidade.
Acolho com carinho seu ponto de vista, concordo plenamente, pois quando me aproximo de meus netos e os escuto, vejo a grandiosidade e benefício que eles me causam, muitas vezes passando “mensagens e recados” interessantes...
O universo infantil é enriquecedor, seria muito bom se nós adultos,
investíssemos “mais tempo” em nossos filhos e netos, pois, como bem disse Saint Exupéry “só as crianças sabem o que procuram, só as crianças esmagam o nariz nas vidraças”... quando escuto de maneira atenta os sábios conselhos e chavões dos idosos, ganho experiências e obtenho crescimento interior, quando cuido das plantas (já entro em casa melhorada), é como se a terra tivesse uma influência magnética, com poder curativo, quando vejo DUDU com tanta devoção aos seus, fico comovida, enfim, seria muito bom se pudéssemos usufruir do bem maior que é vivermos num “eterno aprendizado”, com a simplicidade do nosso cotidiano... Meu avô materno sempre dizia:
“QUE O SABIDO APRENDE COM AS EXPERIÊNCIAS ALHEIAS.”
OUTUBRO DE 2007
sexta-feira, 31 de julho de 2009
sexta-feira, 24 de julho de 2009
FAZENDO A NOSSA PARTE
Precisamos fazer a “nossa parte” onde a desigualdade é soberana, onde vemos irmãos sem agasalhos, sem alimentos, muitas vezes caídos nas ruas sem nenhum horizonte, com fome e sede de justiça.
A fome e o frio alteram a estética humana, deixando-a esquálida e perdida...
Qual a responsabilidade do Estado? O Estado é laico e tem responsabilidade social em amenizar a situação com consciência e uma reflexão fraterna da realidade sócio-econômico-politica, marcada pela injustiça, pela exclusão, por índices sempre mais altos de miséria.
A nossa “sociedade fraterna” está ferida, precisamos de restabelecimento e compromisso urgente.
Assim sendo, ela caminhará em superação a marginalização, opressão e exclusão em que vive a maioria do povo, criando projetos solidários de comunhão e participação.
Qual a nossa responsabilidade? Precisamos fazer a “nossa parte”... Agindo de maneira fraterna e solidária com posições e gestos, ajudando nossos excluídos irmãos e as pessoas de boa vontade a viverem a fraternidade em compromissos concretos no processo de transformação da sociedade a partir de um problema específico que exige a participação de todos na sua solução.
Retomando a pregação dos profetas confirmada por Cristo, segundo a qual a verdadeira penitência que agrada a DEUS é repartir o pão com quem tem fome, dar de vestir ao maltrapilho, libertar ao oprimido, promover a todos.
Assim, teremos então uma sociedade transformada, mais justa e solidária, com menor sofrimento, maior igualdade, menor opressão.
Isto nos faz lembrar a fábula do Beija-Flor, carregando água no bico para tentar apagar o incêndio na floresta onde vivia, e, naquela lide, quando ele estava com as pernas chamuscadas pela quentura do fogo, quase sem forças, aparece o leão (rei dos animais), de maneira crítica zomba e questionou tal gesto, ele simplesmente responde: __ “Eu estou fazendo minha parte”.
“Deste modo, o bem não deve ser objeto de pura contemplação, mas deve haver uma íntima adesão do espírito a ele, um amor total ao mesmo, que possa nortear os atos do homem, sua ação, sua prática. O bem liberta o homem e move sua ação espiritual e concreta”. Sócrates
Julho de 2008
A fome e o frio alteram a estética humana, deixando-a esquálida e perdida...
Qual a responsabilidade do Estado? O Estado é laico e tem responsabilidade social em amenizar a situação com consciência e uma reflexão fraterna da realidade sócio-econômico-politica, marcada pela injustiça, pela exclusão, por índices sempre mais altos de miséria.
A nossa “sociedade fraterna” está ferida, precisamos de restabelecimento e compromisso urgente.
Assim sendo, ela caminhará em superação a marginalização, opressão e exclusão em que vive a maioria do povo, criando projetos solidários de comunhão e participação.
Qual a nossa responsabilidade? Precisamos fazer a “nossa parte”... Agindo de maneira fraterna e solidária com posições e gestos, ajudando nossos excluídos irmãos e as pessoas de boa vontade a viverem a fraternidade em compromissos concretos no processo de transformação da sociedade a partir de um problema específico que exige a participação de todos na sua solução.
Retomando a pregação dos profetas confirmada por Cristo, segundo a qual a verdadeira penitência que agrada a DEUS é repartir o pão com quem tem fome, dar de vestir ao maltrapilho, libertar ao oprimido, promover a todos.
Assim, teremos então uma sociedade transformada, mais justa e solidária, com menor sofrimento, maior igualdade, menor opressão.
Isto nos faz lembrar a fábula do Beija-Flor, carregando água no bico para tentar apagar o incêndio na floresta onde vivia, e, naquela lide, quando ele estava com as pernas chamuscadas pela quentura do fogo, quase sem forças, aparece o leão (rei dos animais), de maneira crítica zomba e questionou tal gesto, ele simplesmente responde: __ “Eu estou fazendo minha parte”.
“Deste modo, o bem não deve ser objeto de pura contemplação, mas deve haver uma íntima adesão do espírito a ele, um amor total ao mesmo, que possa nortear os atos do homem, sua ação, sua prática. O bem liberta o homem e move sua ação espiritual e concreta”. Sócrates
Julho de 2008
sábado, 18 de julho de 2009
NOSSOS AVOS
Na trilha das nossas emoções e resultados afetivos, sempre fica, atrás de nós, uma espécie de anjo protetor! Derramado bênçãos sem medida sobre nossas vidas.
Vasculhando nosso inconsciente, vem à memória, aquele doce Anjo chamado Vovó, porte elegante, sempre disposta, educando-nos com a brandura da maturidade, visualizando em nós, seus netinhos queridos, uma vida promissora.
... Enfim, não podemos de maneira alguma subestimar o valor do legado benefício, que nossos antepassados avós, deixaram em nós.
Lá iam eles, de maneira sutil, com a experiente sabedoria dos anos, dando "bom recado", gerando resultados surpreendentes!
Qual de nós (netos), não teve um avô ou avó singular, com "aqueles chavões": Diga-me com quem andas e eu te direi quem és, uma ovelha má, põe o rebanho a perder, costume de casa, vai a praça, o segredo é a alma do negócio...
Sobradas lembranças! Quando somos abençoados por nossos avós, ficamos com a sensação, de que uma "áurea celeste" nos envolveu através da bênção gerenciadora e que anjos celestiais, tocam harpas e liras ao nosso redor, nos protegendo e dando suporte para vencermos os desafios diários.
Dizem que netos purificam as vidas dos avós! Fazendo uma viagem no tempo, vemos que foram nossos avós que purificaram às nossas, quando nos abençoaram e abençoam de maneira tão singular.
Hoje, na sociedade contemporânea, avós tomaram rumo diverso, quando enfrentam situações limite na família de separação dos filhos ainda iniciantes no casamento ou mesmo uma gravidez precoce (netos), não desejada, tampouco planejada.
Uma das causas que está se tornando cada vez mais comum na sociedade é presenciarmos avós cuidando dos netos (filhos dos seus filhos), e vemos que há problemas emocionais, entre outros envolvidos na história.
Uma jovem de 13 ou 14 anos não está emocionalmente preparada para assumir e cuidar de um bebê, muito menos de uma família e esta difícil tarefa na maioria das vezes fica ao encargo dos avós, para assim permitirem que seus filhos estudem (ou trabalham), se for o caso.
Neste mercado competitivo, os avós trabalham, garantindo assim uma renda familiar saudável, amparando (material e emocional), filhos e netos, sendo geradores de bênçãos.
Todo nosso carinho aos nossos amados avós, que vão de maneira sutil protegendo nossas emoções, dissipando nossos medos com exemplos e sábios conselhos, fazendo "aquele bolo" sui gênere, com os ingredientes atemporais: Amor, alegria, paz, benignidade, fé, paciência, tolerância, misericórdia, mansidão, domínio próprio, resultando assim uma vida equilibrada, numa sociedade mais justa e solidária.
"Os sábios educam pelo exemplo", esta deve ser a máxima de todo avô consagrado, na sua cartilha familiar e universal.
Julho de 2007 - SSALA
Vasculhando nosso inconsciente, vem à memória, aquele doce Anjo chamado Vovó, porte elegante, sempre disposta, educando-nos com a brandura da maturidade, visualizando em nós, seus netinhos queridos, uma vida promissora.
... Enfim, não podemos de maneira alguma subestimar o valor do legado benefício, que nossos antepassados avós, deixaram em nós.
Lá iam eles, de maneira sutil, com a experiente sabedoria dos anos, dando "bom recado", gerando resultados surpreendentes!
Qual de nós (netos), não teve um avô ou avó singular, com "aqueles chavões": Diga-me com quem andas e eu te direi quem és, uma ovelha má, põe o rebanho a perder, costume de casa, vai a praça, o segredo é a alma do negócio...
Sobradas lembranças! Quando somos abençoados por nossos avós, ficamos com a sensação, de que uma "áurea celeste" nos envolveu através da bênção gerenciadora e que anjos celestiais, tocam harpas e liras ao nosso redor, nos protegendo e dando suporte para vencermos os desafios diários.
Dizem que netos purificam as vidas dos avós! Fazendo uma viagem no tempo, vemos que foram nossos avós que purificaram às nossas, quando nos abençoaram e abençoam de maneira tão singular.
Hoje, na sociedade contemporânea, avós tomaram rumo diverso, quando enfrentam situações limite na família de separação dos filhos ainda iniciantes no casamento ou mesmo uma gravidez precoce (netos), não desejada, tampouco planejada.
Uma das causas que está se tornando cada vez mais comum na sociedade é presenciarmos avós cuidando dos netos (filhos dos seus filhos), e vemos que há problemas emocionais, entre outros envolvidos na história.
Uma jovem de 13 ou 14 anos não está emocionalmente preparada para assumir e cuidar de um bebê, muito menos de uma família e esta difícil tarefa na maioria das vezes fica ao encargo dos avós, para assim permitirem que seus filhos estudem (ou trabalham), se for o caso.
Neste mercado competitivo, os avós trabalham, garantindo assim uma renda familiar saudável, amparando (material e emocional), filhos e netos, sendo geradores de bênçãos.
Todo nosso carinho aos nossos amados avós, que vão de maneira sutil protegendo nossas emoções, dissipando nossos medos com exemplos e sábios conselhos, fazendo "aquele bolo" sui gênere, com os ingredientes atemporais: Amor, alegria, paz, benignidade, fé, paciência, tolerância, misericórdia, mansidão, domínio próprio, resultando assim uma vida equilibrada, numa sociedade mais justa e solidária.
"Os sábios educam pelo exemplo", esta deve ser a máxima de todo avô consagrado, na sua cartilha familiar e universal.
Julho de 2007 - SSALA
sábado, 11 de julho de 2009
FAMILIA FELIZ
Outro dia, passou uma reportagem na TV, a respeito do alicerce e estrutura familiar e da alarmante estatística de divórcio que persegue como fantasma nossos lares.
No Brasil a incidência não para de crescer. Os divórcios aumentaram 55%, entre 1991 e 2002.
Em meio a um turbilhão de emoções como renúncias, respeito a espaços, orgulho ferido, abandono, traições, insultos e cobranças, fica difícil qualquer relação, porém, até para ser feliz, exige de cada um dos envolvidos um preço a pagar...
Nada mais bonito e estimulante, que vermos um casal caminhando sempre juntos, não importa os desafios impostos, o certo é que foram fortalecidos por laços espirituais e eternos.
O tempo tem seus mistérios... e encantos! Bom seria se o compromisso assumido no momento do êxtase fosse cumprido incondicionalmente, porém, o que muitas vezes existe nos bastidores de uma “casa”, são sentimentos contraditórios e sufocantes. É complicado!
Aqui mora uma família feliz! Estava escrito na placa de madeira, fincada na terra adubada do jardim florido, daquela casa luminosa, numa rua encantada, mas parecendo um bangalô de felicidade.
As crianças ali brincavam de maneira serena, correndo pelo jardim, soltando pipas e balões, enquanto o papai saía para trabalhar, a mãe, com ternura e graça, tentava colocar ordem no seu doce lar, cuidando dos filhos com dedicação e temperando a refeição, com o “tempero” do amor.
Naquele “cantinho” perto do céu, as crianças vão crescendo de maneira equilibrada e prudente, sabendo que a vida é feita de alegrias, limites e desafios, porém, amparados na harmonia dos pais, eles vão tecendo sua própria história.
São pequenas felicidades certas, algumas vezes contidas, outras cheias de lágrimas e sorrisos também, da janela do coração de cada um que vive naquele “cantinho”, almejando ser feliz!
Todos os dias um bem te vi pousa numa árvore daquele jardim e canta anunciando sua felicidade, outras, um galo desperta o sono dos seus moradores no alvorecer de cada manhã.
Na rua, transeuntes pra lá e pra cá entre agonias e sonhos... na busca do pão de cada dia, avistamos crianças indo para a escola, naquela correria, com corações cheios de esperanças, sabendo o que procuram...
Não é um ritual esta felicidade certa, é apenas um apelo àqueles que ainda acreditam em possibilidades nas entrelinhas de cada coração, para que o amor não esmoreça e acreditem que num lugar qualquer, ainda existe cantinhos e bangalôs com seus ternos amantes... Pois felicidade é sorrir, chorar, amar e viver.
Compartilhar, perdoar, e repensar na criança que fomos um dia, sem máscaras, desarmadas, buscando sempre o caminho certo a seguir, sem nunca desistir!
SSala – novembro de 2007
No Brasil a incidência não para de crescer. Os divórcios aumentaram 55%, entre 1991 e 2002.
Em meio a um turbilhão de emoções como renúncias, respeito a espaços, orgulho ferido, abandono, traições, insultos e cobranças, fica difícil qualquer relação, porém, até para ser feliz, exige de cada um dos envolvidos um preço a pagar...
Nada mais bonito e estimulante, que vermos um casal caminhando sempre juntos, não importa os desafios impostos, o certo é que foram fortalecidos por laços espirituais e eternos.
O tempo tem seus mistérios... e encantos! Bom seria se o compromisso assumido no momento do êxtase fosse cumprido incondicionalmente, porém, o que muitas vezes existe nos bastidores de uma “casa”, são sentimentos contraditórios e sufocantes. É complicado!
Aqui mora uma família feliz! Estava escrito na placa de madeira, fincada na terra adubada do jardim florido, daquela casa luminosa, numa rua encantada, mas parecendo um bangalô de felicidade.
As crianças ali brincavam de maneira serena, correndo pelo jardim, soltando pipas e balões, enquanto o papai saía para trabalhar, a mãe, com ternura e graça, tentava colocar ordem no seu doce lar, cuidando dos filhos com dedicação e temperando a refeição, com o “tempero” do amor.
Naquele “cantinho” perto do céu, as crianças vão crescendo de maneira equilibrada e prudente, sabendo que a vida é feita de alegrias, limites e desafios, porém, amparados na harmonia dos pais, eles vão tecendo sua própria história.
São pequenas felicidades certas, algumas vezes contidas, outras cheias de lágrimas e sorrisos também, da janela do coração de cada um que vive naquele “cantinho”, almejando ser feliz!
Todos os dias um bem te vi pousa numa árvore daquele jardim e canta anunciando sua felicidade, outras, um galo desperta o sono dos seus moradores no alvorecer de cada manhã.
Na rua, transeuntes pra lá e pra cá entre agonias e sonhos... na busca do pão de cada dia, avistamos crianças indo para a escola, naquela correria, com corações cheios de esperanças, sabendo o que procuram...
Não é um ritual esta felicidade certa, é apenas um apelo àqueles que ainda acreditam em possibilidades nas entrelinhas de cada coração, para que o amor não esmoreça e acreditem que num lugar qualquer, ainda existe cantinhos e bangalôs com seus ternos amantes... Pois felicidade é sorrir, chorar, amar e viver.
Compartilhar, perdoar, e repensar na criança que fomos um dia, sem máscaras, desarmadas, buscando sempre o caminho certo a seguir, sem nunca desistir!
SSala – novembro de 2007
sexta-feira, 3 de julho de 2009
NOS BRAÇOS DE MORFEU
Por conta da violência urbana, a sociedade vive o dia a dia envolto em medos, sem falar na carência de efetivos para vigiar a cidade, fazendo aquela “ronda”, pelas ruas!
A criminalidade tem crescido de maneira assustadora, o crime organizado em parceria com o tráfico de drogas persegue a sociedade, que vive “encarcerada” em seus lares sem nenhuma segurança.
Trancados em suas residências, com muros protegidos por cercas elétricas e os carros segurados, ainda assim, colocam um vigia, para fingir que faz sentinela, dormindo de maneira pacífica, sonhando nos braços de Morfeu.
As estatísticas mostram que o tráfico tem crescido de maneira vertiginosa, com ramificações, alcançando cidades menores, entrando de maneira sutil nos lares, destruindo famílias.
Os jovens estão expostos e fragilizados, vivendo dias caóticos, com excesso de consumo e valores morais perdidos.
A juventude vive sem saber lidar com suas emoções, não sabem receber um “não”, como resposta, reagindo de forma violenta a qualquer rejeição.
A família caminhando a passos largos para sua destruturação, pais acusam falta de tempo e excesso de trabalho (para investirem), em relacionamento de acolhimento e afeto com seus filhos.
O Estado é laico e falho, quando permanece indiferente e sem alternativas para uma mudança legítima no sistema de segurança púbica, à beira de um caos social.
Nossas Leis e efetivos são insuficientes para banir o mercado ilegal que circula livremente, e, assim, os jovens são alcançados, sem direito a retorno.
O indivíduo fica impotente diante da banalidade da violência, que assola a passos galopantes, destruindo famílias inteiras por conta da droga que é uma droga de verdade!
O vigia??? ___ Este, dorme de maneira serena, alheio ao que passa ao seu redor, diz que está vigiando... ___ Como??? __ Nos braços de Morfeu?
Nos braços de Morfeu dormem nossos governantes, nossa segurança pública e nossos vigias!
Nós ficamos acordados e assustados! Tudo por conta do “vigia” que não é bom vigilante!
SSALA - Julho 2007
A criminalidade tem crescido de maneira assustadora, o crime organizado em parceria com o tráfico de drogas persegue a sociedade, que vive “encarcerada” em seus lares sem nenhuma segurança.
Trancados em suas residências, com muros protegidos por cercas elétricas e os carros segurados, ainda assim, colocam um vigia, para fingir que faz sentinela, dormindo de maneira pacífica, sonhando nos braços de Morfeu.
As estatísticas mostram que o tráfico tem crescido de maneira vertiginosa, com ramificações, alcançando cidades menores, entrando de maneira sutil nos lares, destruindo famílias.
Os jovens estão expostos e fragilizados, vivendo dias caóticos, com excesso de consumo e valores morais perdidos.
A juventude vive sem saber lidar com suas emoções, não sabem receber um “não”, como resposta, reagindo de forma violenta a qualquer rejeição.
A família caminhando a passos largos para sua destruturação, pais acusam falta de tempo e excesso de trabalho (para investirem), em relacionamento de acolhimento e afeto com seus filhos.
O Estado é laico e falho, quando permanece indiferente e sem alternativas para uma mudança legítima no sistema de segurança púbica, à beira de um caos social.
Nossas Leis e efetivos são insuficientes para banir o mercado ilegal que circula livremente, e, assim, os jovens são alcançados, sem direito a retorno.
O indivíduo fica impotente diante da banalidade da violência, que assola a passos galopantes, destruindo famílias inteiras por conta da droga que é uma droga de verdade!
O vigia??? ___ Este, dorme de maneira serena, alheio ao que passa ao seu redor, diz que está vigiando... ___ Como??? __ Nos braços de Morfeu?
Nos braços de Morfeu dormem nossos governantes, nossa segurança pública e nossos vigias!
Nós ficamos acordados e assustados! Tudo por conta do “vigia” que não é bom vigilante!
SSALA - Julho 2007
domingo, 28 de junho de 2009
IRMÃO
Ando pelas ruas da cidade,
Com a intimidade de andante!
Observo o vaivém das pessoas,
Cada qual com seu fardo a carregar.
Corremos em busca de sonhos,
Sem muito tempo a perder!
Lá vem um mendigo a suplicar
Pedindo ajuda a todo andante,
Que passa indiferente e alheio...
Vamos seguindo sem nada ver!
Digo-me cristã filha de Deus,
Sem nenhum tempo pra socorrer.
E pensar que Deus nos pôs no mundo,
Para vivermos em irmandade, comunhão
Mas não temos tempo para olhar o
Andante, tratando dele como irmão...
Com certeza DEUS a tudo assiste,
E vê com tristeza o que ele criou...
Nada faço, como se estivesse cega...
Sigo a caminhar sem rumo, a esmo,
Indiferente ao meu triste viajor...
Que continua a esmolar pelas ruas,
Vencendo mais um dia a mendigar
E pensar que DEUS espera que sejamos
Um pouco Dele na terra a semear!
12/11/2005
Com a intimidade de andante!
Observo o vaivém das pessoas,
Cada qual com seu fardo a carregar.
Corremos em busca de sonhos,
Sem muito tempo a perder!
Lá vem um mendigo a suplicar
Pedindo ajuda a todo andante,
Que passa indiferente e alheio...
Vamos seguindo sem nada ver!
Digo-me cristã filha de Deus,
Sem nenhum tempo pra socorrer.
E pensar que Deus nos pôs no mundo,
Para vivermos em irmandade, comunhão
Mas não temos tempo para olhar o
Andante, tratando dele como irmão...
Com certeza DEUS a tudo assiste,
E vê com tristeza o que ele criou...
Nada faço, como se estivesse cega...
Sigo a caminhar sem rumo, a esmo,
Indiferente ao meu triste viajor...
Que continua a esmolar pelas ruas,
Vencendo mais um dia a mendigar
E pensar que DEUS espera que sejamos
Um pouco Dele na terra a semear!
12/11/2005
CADE OS CARAS-PINTADAS?
Nos anais da história nunca vimos tanta corrupção, tanto desmantelo e tanta inércia dos nossos “ditos parlamentares” na construção de uma política séria e, no mínimo eficiente...
Foi eleito pela vontade soberana do povo o nosso presidente Luís Inácio Lula da Silva, antigo operário e Presidente do Partido dos Trabalhadores.
Perdeu várias eleições, ficando 20 (vinte) longos anos, na expectativa de ser eleito Presidente da República e fazer do nosso Brasil um País de Sonhos...
No ano de 2002 foi ovacionado nas urnas eletrônicas, conseguindo assim, acalantar o sonho de um jovem operário do ABC Paulista, sendo eleito PRESIDENTE DA REPÚBLICA!
Suas principais metas: Erradicar a fome no Brasil, aumentar o salário mínimo e melhorar a qualidade de vida dos nossos excluídos irmãos!
Propostas sociais ambiciosas! Foi o que falou, após os resultados das urnas,em cadeia nacional.
Nosso País tem jeito sim senhor! Afinal de contas foi eleito de maneira milagrosa um cidadão que no mínimo, conhece a linguagem do populacho, ou seja, do povão.
Fala dele: Passou fome, viveu sua infância na mais extrema pobreza, sem formação acadêmica... enfim, uma pessoa sensível ao sofrimento alheio.
Mas... Quando se alcança o PODER, corrigir as injustiças sociais toma lugar secundário... E as propostas estabelecidas de maneira quixotescas foram sorrateiramente para a lata de lixo.
E ai companheiro? Onde estão OS “CARAS- PINTADAS”, que fizeram o Palácio do Planalto parar por vários dias, resultando assim no impechament do Fernando Collor de Melo?
À época, denúncias se intensificaram por todo o mês de maio do ano de 1992, culminando com a formação do Movimento Pela Ética na Política, composto por dezoito (18) entidades civis, como centrais sindicais, OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).
Contando ainda com a participação de mais entidades, como partidos políticos e a UNE (União Nacional dos Estudantes), juntaram-se a esses estudantes, milhares de jovens, todos com as caras pintadas com as cores da Bandeira Nacional...
Cadê aqueles jovens caras-pintadas, destemidos, que saíram às ruas do Brasil, clamando por uma política séria, composta de cidadãos politicamente corretos?
Será que nossos jovens não têm mais porque sonhar? Será que eles perderam a capacidade de indignar-se com tamanha corrupção e desmandos?
Ou será que o Brasil está vivendo os tempos da Roma antiga, que era fétida em falcatruas e corrupção, onde se reverenciavam imerecidamente Césares!
Vem a minha memória neste momento a célebre frase do Jurista Ruy Barbosa: “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto."
POR UMA POLÍTICA POLITICAMENTE CORRETA!!!
SSALA
Foi eleito pela vontade soberana do povo o nosso presidente Luís Inácio Lula da Silva, antigo operário e Presidente do Partido dos Trabalhadores.
Perdeu várias eleições, ficando 20 (vinte) longos anos, na expectativa de ser eleito Presidente da República e fazer do nosso Brasil um País de Sonhos...
No ano de 2002 foi ovacionado nas urnas eletrônicas, conseguindo assim, acalantar o sonho de um jovem operário do ABC Paulista, sendo eleito PRESIDENTE DA REPÚBLICA!
Suas principais metas: Erradicar a fome no Brasil, aumentar o salário mínimo e melhorar a qualidade de vida dos nossos excluídos irmãos!
Propostas sociais ambiciosas! Foi o que falou, após os resultados das urnas,em cadeia nacional.
Nosso País tem jeito sim senhor! Afinal de contas foi eleito de maneira milagrosa um cidadão que no mínimo, conhece a linguagem do populacho, ou seja, do povão.
Fala dele: Passou fome, viveu sua infância na mais extrema pobreza, sem formação acadêmica... enfim, uma pessoa sensível ao sofrimento alheio.
Mas... Quando se alcança o PODER, corrigir as injustiças sociais toma lugar secundário... E as propostas estabelecidas de maneira quixotescas foram sorrateiramente para a lata de lixo.
E ai companheiro? Onde estão OS “CARAS- PINTADAS”, que fizeram o Palácio do Planalto parar por vários dias, resultando assim no impechament do Fernando Collor de Melo?
À época, denúncias se intensificaram por todo o mês de maio do ano de 1992, culminando com a formação do Movimento Pela Ética na Política, composto por dezoito (18) entidades civis, como centrais sindicais, OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).
Contando ainda com a participação de mais entidades, como partidos políticos e a UNE (União Nacional dos Estudantes), juntaram-se a esses estudantes, milhares de jovens, todos com as caras pintadas com as cores da Bandeira Nacional...
Cadê aqueles jovens caras-pintadas, destemidos, que saíram às ruas do Brasil, clamando por uma política séria, composta de cidadãos politicamente corretos?
Será que nossos jovens não têm mais porque sonhar? Será que eles perderam a capacidade de indignar-se com tamanha corrupção e desmandos?
Ou será que o Brasil está vivendo os tempos da Roma antiga, que era fétida em falcatruas e corrupção, onde se reverenciavam imerecidamente Césares!
Vem a minha memória neste momento a célebre frase do Jurista Ruy Barbosa: “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto."
POR UMA POLÍTICA POLITICAMENTE CORRETA!!!
SSALA
quarta-feira, 17 de junho de 2009
DIA DOS NAMORADOS
DIA DOS NAMORADOS
Algumas palavras... que doce sentimento é esse que envolve todas as raças e etnias e nos faz tão iguais quando estamos enamorados!
Um friozinho na espinha, falta de apetite, sensações estranhas a mexer com nossas emoções, quando sentimos aquela química misteriosa... fazendo reboliço e deixando em nosso olhar um brilho diferente, uma chama acesa... a certeza de que encontramos nossa cara-metade!
A partir do momento em que olhares se cruzam, na alquimia do amor, os momentos se eternizam e tudo o mais perde o sentido!
Cantamos debaixo da chuva, assistimos filme comendo pipoca, esperamos nosso amor à porta do colégio, enfim um casal enamorado faz coisas inusitadas... próprias de um coração apaixonado!
Um pensamento... Porque será que nem sempre as histórias terminam como começam: E foram felizes para sempre, até que a morte os separe.
A estatística mostra números assustadores de divórcios, separações, traições, inimizades e o que na maioria das vezes começou como um conto de fadas termina num filme de terror!!!
O que esta faltando em nós amantes enamorados??? __ Não seria talvez falta de sabedoria, paciência, tolerância, perdão... atributos tão necessários numa relação e que, hoje em dia ficou démodé.
O lema agora é “ficar”. Falta nos nossos casais enamorados compromisso, afeto, respeito... valores esquecidos e obsoletos!
A vida é um desafio diário e a nossa busca pela felicidade absoluta é irreal e sofredora!
“Casais felizes", sem problemas, só flores, somente nos romances, filmes e propagandas...
Para vivermos melhor, com maior qualidade de vida e uma relação estável de respeito e admiração, teremos que saber administrar melhor as nossas emoções, só assim, poderemos conviver de maneira pacífica com as diferenças dos nossos pares.
Todo meu carinho... para você “Romeu” que encontrou sua Julieta!
E independente dos obstáculos, você não se importou com os desafios diários, lutando de maneira incondicional e heróica para viver seu amor.
Extensivo a você “Julieta”! Que ultrapassou barreiras, muitas vezes fez seu amor ressurgir das cinzas de uma relação desgastada, para não ser esmagada pelos conceitos distorcidos de uma sociedade esfacelada, que não tem tempo para AMAR. Em qualquer lugar do Planeta, basicamente somos os mesmos! Melhoramos em algumas coisas, pioramos em outras, porém o certo è que AMAR PODE DAR CERTO!!! FAÇAMOS ENTÃO UM BRINDE AO AMOR.
Algumas palavras... que doce sentimento é esse que envolve todas as raças e etnias e nos faz tão iguais quando estamos enamorados!
Um friozinho na espinha, falta de apetite, sensações estranhas a mexer com nossas emoções, quando sentimos aquela química misteriosa... fazendo reboliço e deixando em nosso olhar um brilho diferente, uma chama acesa... a certeza de que encontramos nossa cara-metade!
A partir do momento em que olhares se cruzam, na alquimia do amor, os momentos se eternizam e tudo o mais perde o sentido!
Cantamos debaixo da chuva, assistimos filme comendo pipoca, esperamos nosso amor à porta do colégio, enfim um casal enamorado faz coisas inusitadas... próprias de um coração apaixonado!
Um pensamento... Porque será que nem sempre as histórias terminam como começam: E foram felizes para sempre, até que a morte os separe.
A estatística mostra números assustadores de divórcios, separações, traições, inimizades e o que na maioria das vezes começou como um conto de fadas termina num filme de terror!!!
O que esta faltando em nós amantes enamorados??? __ Não seria talvez falta de sabedoria, paciência, tolerância, perdão... atributos tão necessários numa relação e que, hoje em dia ficou démodé.
O lema agora é “ficar”. Falta nos nossos casais enamorados compromisso, afeto, respeito... valores esquecidos e obsoletos!
A vida é um desafio diário e a nossa busca pela felicidade absoluta é irreal e sofredora!
“Casais felizes", sem problemas, só flores, somente nos romances, filmes e propagandas...
Para vivermos melhor, com maior qualidade de vida e uma relação estável de respeito e admiração, teremos que saber administrar melhor as nossas emoções, só assim, poderemos conviver de maneira pacífica com as diferenças dos nossos pares.
Todo meu carinho... para você “Romeu” que encontrou sua Julieta!
E independente dos obstáculos, você não se importou com os desafios diários, lutando de maneira incondicional e heróica para viver seu amor.
Extensivo a você “Julieta”! Que ultrapassou barreiras, muitas vezes fez seu amor ressurgir das cinzas de uma relação desgastada, para não ser esmagada pelos conceitos distorcidos de uma sociedade esfacelada, que não tem tempo para AMAR. Em qualquer lugar do Planeta, basicamente somos os mesmos! Melhoramos em algumas coisas, pioramos em outras, porém o certo è que AMAR PODE DAR CERTO!!! FAÇAMOS ENTÃO UM BRINDE AO AMOR.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
DISFARCE DE ANJO
Andando pelas ruas, praças e avenidas, entrando nos nossos lares, escolas, igrejas... lá vem aquele ANJO, com seu sorriso tímido e discreto, sempre pronta a amparar, acudir e proteger.
Nasceu frágil, silhueta elegante, andar seguro, é um doce ANJO, de natureza acolhedora!
Ela nem sabe que é um ANJO! Vive tão absorvida em seus afazeres, levanta ao alvorecer, toma frugal desjejum, saindo em seguida à procura de vidas para iluminar com sua presença angelical...
Quando pequena, disseram pra mim que ANJO, só no céu! Hoje, sei que não é verdade... Que doce alegria saber que existe ANJO em forma de gente, andando na terra entre nós!
É um ANJO discreto e diário, iluminado!
Iluminando aonde vai passando...
Solange Salla
Nasceu frágil, silhueta elegante, andar seguro, é um doce ANJO, de natureza acolhedora!
Ela nem sabe que é um ANJO! Vive tão absorvida em seus afazeres, levanta ao alvorecer, toma frugal desjejum, saindo em seguida à procura de vidas para iluminar com sua presença angelical...
Quando pequena, disseram pra mim que ANJO, só no céu! Hoje, sei que não é verdade... Que doce alegria saber que existe ANJO em forma de gente, andando na terra entre nós!
É um ANJO discreto e diário, iluminado!
Iluminando aonde vai passando...
Solange Salla
ÉTICA
ÉTICA, palavra de origem nobre, da antiga cultura grega, berço da nossa civilização, vem do grego “ethos”, e tem seu correlato no latim “morale”, com o mesmo significado: Conduta ou costumes.
Provém de “ithos”, que se pronuncia com “th” semelhante ao inglês e significa a “clareza da alma”. O verbo grego “itheo” significa filtrar. Assim, uma pessoa possuidora de ética filtra melhor os estímulos e valores do mundo.
Quando eu filtro, eu elimino o que não é bom. Portanto uma pessoa com ética tem valores morais bem filtrados.
A ética não se confunde com a moral. A moral é a regulação dos valores e comportamentos considerados legítimos por uma determinada sociedade, um povo, uma religião, uma certa tradição cultural, etc.
Há morais específicas, também, em grupos sociais mais restritos: uma instituição, um partido político...
Há, portanto, muitas e diversas morais. Isto significa dizer que uma moral é um fenômeno social particular, que não tem compromisso com a universalidade, isto é, com o que é válido e de direito para todos os homens. Exceto quando atacada: justifica-se dizendo-se universal, supostamente válida para todos. Mas, então, todas e quaisquer normas morais são legítimas?
Não deveria existir alguma forma de julgamento da validade das morais? Existe, e essa forma é o que chamamos de ética. A ética é uma reflexão crítica sobre a moralidade.
Mas ela não é puramente teoria. A ética é um conjunto de princípios e disposições voltados para a ação, historicamente produzidos, cujo objetivo é balizar as ações humanas.
A ética existe como uma referência para os seres humanos em sociedade, de modo tal que a sociedade possa se tornar cada vez mais humana.
Para alguns como Cícero, “Sócrates teria feito a filosofia descer do céu a terra”, ao fazer gravitar sua especulação em torno do homem e de seus eternos problemas: a verdade, a justiça, o bem, a virtude, o dever. Sócrates falava que todas as ações do indivíduo são boas se eticamente justificáveis.
SOLANGE SALA
Provém de “ithos”, que se pronuncia com “th” semelhante ao inglês e significa a “clareza da alma”. O verbo grego “itheo” significa filtrar. Assim, uma pessoa possuidora de ética filtra melhor os estímulos e valores do mundo.
Quando eu filtro, eu elimino o que não é bom. Portanto uma pessoa com ética tem valores morais bem filtrados.
A ética não se confunde com a moral. A moral é a regulação dos valores e comportamentos considerados legítimos por uma determinada sociedade, um povo, uma religião, uma certa tradição cultural, etc.
Há morais específicas, também, em grupos sociais mais restritos: uma instituição, um partido político...
Há, portanto, muitas e diversas morais. Isto significa dizer que uma moral é um fenômeno social particular, que não tem compromisso com a universalidade, isto é, com o que é válido e de direito para todos os homens. Exceto quando atacada: justifica-se dizendo-se universal, supostamente válida para todos. Mas, então, todas e quaisquer normas morais são legítimas?
Não deveria existir alguma forma de julgamento da validade das morais? Existe, e essa forma é o que chamamos de ética. A ética é uma reflexão crítica sobre a moralidade.
Mas ela não é puramente teoria. A ética é um conjunto de princípios e disposições voltados para a ação, historicamente produzidos, cujo objetivo é balizar as ações humanas.
A ética existe como uma referência para os seres humanos em sociedade, de modo tal que a sociedade possa se tornar cada vez mais humana.
Para alguns como Cícero, “Sócrates teria feito a filosofia descer do céu a terra”, ao fazer gravitar sua especulação em torno do homem e de seus eternos problemas: a verdade, a justiça, o bem, a virtude, o dever. Sócrates falava que todas as ações do indivíduo são boas se eticamente justificáveis.
SOLANGE SALA
sábado, 11 de abril de 2009
TROCADILHO
Era uma vez José Maria,
Que amava Maria José,
Ambos alegres e elegantes,
Se enamoraram, tornaram amantes!..
Nomes iguais, com suas diferenças...
Conhecidos como José Maria (Zé)
E Maria José. (Zezé), e assim...
Viveram a vida em harmonia,
José Maria amando a Maria José,
Que também amava o José Maria...
18/04/2006
Que amava Maria José,
Ambos alegres e elegantes,
Se enamoraram, tornaram amantes!..
Nomes iguais, com suas diferenças...
Conhecidos como José Maria (Zé)
E Maria José. (Zezé), e assim...
Viveram a vida em harmonia,
José Maria amando a Maria José,
Que também amava o José Maria...
18/04/2006
SIMPLES EQUAÇÃO: TRABALHO
Na efervescência do dia-a-dia, nem damos conta dos desafios superados.
Já acordamos atrasados, pois o relógio da vida, não trabalha a nosso favor, trabalha sim, minuto a minuto, seguindo seu curso de maneira contínua numa displicência sem cerimônia!!!
Ainda assim, passamos a observar o cotidiano de um transeunte qualquer... quando faz todos os dias o mesmo percurso para o trabalho: A pé, de carro, ônibus, bicicleta, moto, etc, atravessando a cidade no corre-corre, numa verdadeira maratona!
Pois é... para estes trabalhadores, “Devemos tirar o chapéu”!
Pelo determinismo em vencer obstáculos diários, na construção de lares, empresas, fábricas, instituições, com a perseverança de “uma formiga carregando galhos na costa” (forjando seguro abrigo)...
___ O ser humano é por natureza alma gregária, guerreiro, com forte instinto de sobrevivência, alicerça sua personalidade nos desafios do cotidiano, construindo pontes, superando limites.
Ele é o maior tesouro existente no planeta, porém sua filosofia de vida deve basear-se em sério comprometimento profissional (em qualquer segmento em que esteja atuando), trabalhando com seriedade na prestação de serviços.
Ele precisa saber de maneira consistente o que faz e para que serve o trabalho.
A falta de visão, de participação, gera moral baixo, qualidade pobre, baixa produtividade e conflitos desnecessários em todos os níveis da organização. Enfim, traz a decadência econômica, que dificulta se não impossibilita o progresso social e o desenvolvimento pessoal..
Sim, pois sem trabalhar arduamente de sol a sol, encarando os desafios de frente, ficando atento para reinventar processos e aprimorar diariamente a forma de se conduzir o trabalho, não se chega a lugar nenhum.
Ao se falar em trabalho, é preciso que se tenha sensibilidade e responsabilidade no desenvolvimento de atividades que visem beneficiar os usuários de seus produtos ou serviços, tendo em mente que é sempre possível dar um passo à frente.
Neste contexto a dedicação é o coração de todo o processo, bombeando doses generosas de paixão, fundamentais para fazer tudo crescer à nossa volta.
E, quando as coisas não caminharem como imaginamos, é ela (a dedicação), que nos manterá no leme, para que não abandonemos o convés no meio da tempestade e, mesmo em meio ao turbilhão, possamos enxergar um porto seguro.
Seriedade, ética, dignidade e perseverança, são princípios que norteiam a mente daqueles que são os responsáveis pela construção de uma sociedade melhor e mais justa.
Sem esses requisitos não existe sonhos, pois eles são puros e cristalinos como todas as relações entre os homens deveriam ser.
Março de 2008 - SSALA
Já acordamos atrasados, pois o relógio da vida, não trabalha a nosso favor, trabalha sim, minuto a minuto, seguindo seu curso de maneira contínua numa displicência sem cerimônia!!!
Ainda assim, passamos a observar o cotidiano de um transeunte qualquer... quando faz todos os dias o mesmo percurso para o trabalho: A pé, de carro, ônibus, bicicleta, moto, etc, atravessando a cidade no corre-corre, numa verdadeira maratona!
Pois é... para estes trabalhadores, “Devemos tirar o chapéu”!
Pelo determinismo em vencer obstáculos diários, na construção de lares, empresas, fábricas, instituições, com a perseverança de “uma formiga carregando galhos na costa” (forjando seguro abrigo)...
___ O ser humano é por natureza alma gregária, guerreiro, com forte instinto de sobrevivência, alicerça sua personalidade nos desafios do cotidiano, construindo pontes, superando limites.
Ele é o maior tesouro existente no planeta, porém sua filosofia de vida deve basear-se em sério comprometimento profissional (em qualquer segmento em que esteja atuando), trabalhando com seriedade na prestação de serviços.
Ele precisa saber de maneira consistente o que faz e para que serve o trabalho.
A falta de visão, de participação, gera moral baixo, qualidade pobre, baixa produtividade e conflitos desnecessários em todos os níveis da organização. Enfim, traz a decadência econômica, que dificulta se não impossibilita o progresso social e o desenvolvimento pessoal..
Sim, pois sem trabalhar arduamente de sol a sol, encarando os desafios de frente, ficando atento para reinventar processos e aprimorar diariamente a forma de se conduzir o trabalho, não se chega a lugar nenhum.
Ao se falar em trabalho, é preciso que se tenha sensibilidade e responsabilidade no desenvolvimento de atividades que visem beneficiar os usuários de seus produtos ou serviços, tendo em mente que é sempre possível dar um passo à frente.
Neste contexto a dedicação é o coração de todo o processo, bombeando doses generosas de paixão, fundamentais para fazer tudo crescer à nossa volta.
E, quando as coisas não caminharem como imaginamos, é ela (a dedicação), que nos manterá no leme, para que não abandonemos o convés no meio da tempestade e, mesmo em meio ao turbilhão, possamos enxergar um porto seguro.
Seriedade, ética, dignidade e perseverança, são princípios que norteiam a mente daqueles que são os responsáveis pela construção de uma sociedade melhor e mais justa.
Sem esses requisitos não existe sonhos, pois eles são puros e cristalinos como todas as relações entre os homens deveriam ser.
Março de 2008 - SSALA
sábado, 4 de abril de 2009
O JIPE DO JUCA
O Juca tinha um jipe
Que era muito invocado,
Capota preta, bem lustrado...
Ao Guigó ele nos levava!
Vivia em expectativa,
Pra semana rápido passar,
Não via chegar a hora,
De no jipe poder viajar.
O Juca era bom motorista
Seguia pra José Gonçalves,
A meninada no fundo do jipe,
Acenava a quem ele ultrapassava...
Chegávamos ao nosso destino
Com muita alegria e festa!
Domingo era dia de feira,
Com muita fartura na mesa.
Vó Deja era alma bondosa,
Brevidade e biscoito fazia,
E para encanto das netas,
Açafrão na galinha sempre tinha...
19/11/2005
Que era muito invocado,
Capota preta, bem lustrado...
Ao Guigó ele nos levava!
Vivia em expectativa,
Pra semana rápido passar,
Não via chegar a hora,
De no jipe poder viajar.
O Juca era bom motorista
Seguia pra José Gonçalves,
A meninada no fundo do jipe,
Acenava a quem ele ultrapassava...
Chegávamos ao nosso destino
Com muita alegria e festa!
Domingo era dia de feira,
Com muita fartura na mesa.
Vó Deja era alma bondosa,
Brevidade e biscoito fazia,
E para encanto das netas,
Açafrão na galinha sempre tinha...
19/11/2005
LINHA DIVISÓRIA
Por que será que temos de estar vigilantes ante nós mesmos? Que mistério é este que não conseguimos decifrar de maneira clara que é a linha divisória do nosso consciente-inconsciente, fronteira que não devemos ultrapassar?
Nascemos dotados de uma razoável carga genética, herança dos nossos antepassados, o resto adquirimos no decurso da nossa vivência no âmbito familiar e social, existindo em nós uma fronteira misteriosa e obscura de onde brotam as paixões, o medo, a criatividade e a própria vida e morte.
Por que será que existem pessoas voltadas para servir, preservar, amparar, socorrer, acudir e outras cujas metas parecem ser destruir, roubar, matar, engendrar crimes com requintes de crueldade, até contra seus próprios pais, como temos visto de maneira assustadora nos jornais e noticiários de TV?
O que será que leva uma jovem a tirar a vida dos seus pais de maneira tão cruel e perversa, ou então um pai a usar sua própria filha, com apenas dois anos de idade, em atos libidinosos e obscenos?
A raiz dos problemas pessoais está justamente na falta da autoapreciação. Quem se deprecia caminha para o abismo da solidão. Sem ao menos perceber, afasta-se pouco a pouco de todos os seus e principalmente de si mesmo. E isso é absolutamente fatal para a construção de uma personalidade sadia.
Reações contrárias, imprevistas e imprevisíveis distorcem o que poderia ser uma personalidade equilibrada. Reações observadoras e positivas despertam e reforçam uma personalidade firme e forte que poderia estar até então adormecida.
Porem, que misterio é este que envolve nosso inconsciente quando ultrapassamos esta fronteira misteriosa e, nos lançamos num lago escuro de águas profundas, sem direito a uma emersão?
Necessariamente precisamos andar em eterna vigilância, pois não somos donos de nós mesmos, somos sim o resultado de nossas escolhas... Porém, muitas vezes não temos direito a escolhas, somos literalmente jogados num profundo abismo, e aí que fazer?
Existe em cada um de nós, uma linha divisoria tênue, basta haver um qualquer mínimo deslize para que fiquemos completamente sem norte.
Devemos gravitar no Universo de maneira cautelosa e vigilante, de maneira “leve”, mas com personalidade firme. Livres, mas com freios. Seguros de nós mesmos, porém sem desprezar as dúvidas. Conquistando sempre, mas levando em consideração as eventuais e prováveis perdas. Com desafios e dificuldades, mas com a consciência de que tudo isso forma um Todo, que é uma personalidade apreciada por si mesma, apreciando os outros e sendo apreciado pelos mesmos... Somente assim poderemos viver de maneira coerente e razoável, numa parceria com o social e o humano.
“A criança eterna no homem é uma experiência indescritível, uma incongruência, um empecilho e uma prerrogativa divina; um imponderável que determina, em última instância, o valor ou desvalor da personalidade” (Jung).
Jung acreditava que cada indivíduo tem, durante sua vida, a tarefa de uma realização pessoal, o que torna uma pessoa inteira e solida. Essa tarefa é o alcance da harmonia entre o consciente e o inconsciente.
Nascemos dotados de uma razoável carga genética, herança dos nossos antepassados, o resto adquirimos no decurso da nossa vivência no âmbito familiar e social, existindo em nós uma fronteira misteriosa e obscura de onde brotam as paixões, o medo, a criatividade e a própria vida e morte.
Por que será que existem pessoas voltadas para servir, preservar, amparar, socorrer, acudir e outras cujas metas parecem ser destruir, roubar, matar, engendrar crimes com requintes de crueldade, até contra seus próprios pais, como temos visto de maneira assustadora nos jornais e noticiários de TV?
O que será que leva uma jovem a tirar a vida dos seus pais de maneira tão cruel e perversa, ou então um pai a usar sua própria filha, com apenas dois anos de idade, em atos libidinosos e obscenos?
A raiz dos problemas pessoais está justamente na falta da autoapreciação. Quem se deprecia caminha para o abismo da solidão. Sem ao menos perceber, afasta-se pouco a pouco de todos os seus e principalmente de si mesmo. E isso é absolutamente fatal para a construção de uma personalidade sadia.
Reações contrárias, imprevistas e imprevisíveis distorcem o que poderia ser uma personalidade equilibrada. Reações observadoras e positivas despertam e reforçam uma personalidade firme e forte que poderia estar até então adormecida.
Porem, que misterio é este que envolve nosso inconsciente quando ultrapassamos esta fronteira misteriosa e, nos lançamos num lago escuro de águas profundas, sem direito a uma emersão?
Necessariamente precisamos andar em eterna vigilância, pois não somos donos de nós mesmos, somos sim o resultado de nossas escolhas... Porém, muitas vezes não temos direito a escolhas, somos literalmente jogados num profundo abismo, e aí que fazer?
Existe em cada um de nós, uma linha divisoria tênue, basta haver um qualquer mínimo deslize para que fiquemos completamente sem norte.
Devemos gravitar no Universo de maneira cautelosa e vigilante, de maneira “leve”, mas com personalidade firme. Livres, mas com freios. Seguros de nós mesmos, porém sem desprezar as dúvidas. Conquistando sempre, mas levando em consideração as eventuais e prováveis perdas. Com desafios e dificuldades, mas com a consciência de que tudo isso forma um Todo, que é uma personalidade apreciada por si mesma, apreciando os outros e sendo apreciado pelos mesmos... Somente assim poderemos viver de maneira coerente e razoável, numa parceria com o social e o humano.
“A criança eterna no homem é uma experiência indescritível, uma incongruência, um empecilho e uma prerrogativa divina; um imponderável que determina, em última instância, o valor ou desvalor da personalidade” (Jung).
Jung acreditava que cada indivíduo tem, durante sua vida, a tarefa de uma realização pessoal, o que torna uma pessoa inteira e solida. Essa tarefa é o alcance da harmonia entre o consciente e o inconsciente.
domingo, 29 de março de 2009
ÉTICA E PODER
Ambicioso, com metas a cumprir, tem intimidade com as palavras, bastante articulado, estrategista e muito vaidoso.
Sempre com a última palavra, estando sempre acima de bem e do mal.
Começou a ver inimigo até no seu amigo mais chegado e insano foi se destruindo...
Vivia dissimulado, solitário, não confiava em ninguém.
O poder é uma arma poderosa, atira setas por todos os lados, vitimando assim o povo em nome do poder absoluto.
Fala-se tanto em ética, mas o nosso dia a dia é recheado de falta de ética.
Vivemos sem “governo”, sem política séria, sem proposta de trabalho decente, sem salário que atenda na sua maioria, aos que vivem na minoria.
“Política é a ação humana que deve ter por objetivo a realização plena dos direitos e, portanto, da cidadania para todos.
O projeto da política, assim, é o de realizar a ética, fazendo coincidir com ela a realização da vontade coletiva dos cidadãos, o interesse público.
A função ética da política é eliminar, numa ponta, os privilégios de poucos, na outra ponta, as carências de muitos, e instaurar o direito para todos.
São inegáveis os aprimoramentos das instituições políticas no Brasil, ao longo da sua história. Mas são inegáveis igualmente as traições de uma parte da classe política contra essas instituições e contra o mandato que lhes foi confiado.
Requer-se, pois, o exercício da cidadania ativa e criativa, tanto pelos políticos, quanto pelos cidadãos: reforçando-se e aprimorando-se as instituições políticas, fazendo-as valer de direito e de fato.
A cidadania ativa, como a luta pelos próprios direitos e pelos direitos de todos, é o exercício cotidiano da ética na política”.
Entretanto, vivemos de utopias, o Congresso vive de emendas, medidas provisórias, conchavos entre seus pares, e nenhuma proposta concreta que estimule o cidadão a acreditar em melhoras, dignifique e amenize um pouco que seja, a vida dos excluídos.
Prometem tanto e fazem tão pouco, enquanto isto, o tempo vai passando a miséria assolando e nenhuma medida tomada contra a falta de ética na política, que faz acontecer, usando o dinheiro público de maneira escandalosa,vivem comissionando os seus “afilhados”, em detrimento daquele que estudou e prestou concurso, para trabalhar com dignidade.
O salário mínimo, como bem diz a palavra: pequeno, insignificante, na hora do aumento, vira guerra de foice, entre seus pares, os mais fracos vivem na ilusão e o pão em escorregão das mesas dos assalariados.
E ai ? Que fazer com tanto descalabro?
Será que aquele que tem fome e sede de justiça é realmente motivo de preocupação dos que estão no poder?
E, quando vê seu dia amanhecer igual todos os dias, na mesmice da desilusão e desesperança, sem um bocado de pão para redimir sua estética, sem um “dorme bem” para esquentar sua dignidade, tem sido realmente motivo de preocupação de quem está no comando da Nação?
Os políticos na sua maioria adquiriram “imunidade fraterna”, ficaram com suas emoções cauterizadas, perderam o que seres humanos normais teem de melhor: Compaixão ante o sofrimento alheio, causando desilusão e frustração na sociedade, cada dia mais cética, pois as promessas foram esquecidas.
Quantas vidas foram destruídas pela chama do poder alcançado?
Difícil sair dali ileso, sem mácula, se isto acontecer vira herói. É Senhor.
PELA ÉTICA NO PODER!
Solange Sala
Endereço de e-mail: solange.sala@hotmail.com
Sempre com a última palavra, estando sempre acima de bem e do mal.
Começou a ver inimigo até no seu amigo mais chegado e insano foi se destruindo...
Vivia dissimulado, solitário, não confiava em ninguém.
O poder é uma arma poderosa, atira setas por todos os lados, vitimando assim o povo em nome do poder absoluto.
Fala-se tanto em ética, mas o nosso dia a dia é recheado de falta de ética.
Vivemos sem “governo”, sem política séria, sem proposta de trabalho decente, sem salário que atenda na sua maioria, aos que vivem na minoria.
“Política é a ação humana que deve ter por objetivo a realização plena dos direitos e, portanto, da cidadania para todos.
O projeto da política, assim, é o de realizar a ética, fazendo coincidir com ela a realização da vontade coletiva dos cidadãos, o interesse público.
A função ética da política é eliminar, numa ponta, os privilégios de poucos, na outra ponta, as carências de muitos, e instaurar o direito para todos.
São inegáveis os aprimoramentos das instituições políticas no Brasil, ao longo da sua história. Mas são inegáveis igualmente as traições de uma parte da classe política contra essas instituições e contra o mandato que lhes foi confiado.
Requer-se, pois, o exercício da cidadania ativa e criativa, tanto pelos políticos, quanto pelos cidadãos: reforçando-se e aprimorando-se as instituições políticas, fazendo-as valer de direito e de fato.
A cidadania ativa, como a luta pelos próprios direitos e pelos direitos de todos, é o exercício cotidiano da ética na política”.
Entretanto, vivemos de utopias, o Congresso vive de emendas, medidas provisórias, conchavos entre seus pares, e nenhuma proposta concreta que estimule o cidadão a acreditar em melhoras, dignifique e amenize um pouco que seja, a vida dos excluídos.
Prometem tanto e fazem tão pouco, enquanto isto, o tempo vai passando a miséria assolando e nenhuma medida tomada contra a falta de ética na política, que faz acontecer, usando o dinheiro público de maneira escandalosa,vivem comissionando os seus “afilhados”, em detrimento daquele que estudou e prestou concurso, para trabalhar com dignidade.
O salário mínimo, como bem diz a palavra: pequeno, insignificante, na hora do aumento, vira guerra de foice, entre seus pares, os mais fracos vivem na ilusão e o pão em escorregão das mesas dos assalariados.
E ai ? Que fazer com tanto descalabro?
Será que aquele que tem fome e sede de justiça é realmente motivo de preocupação dos que estão no poder?
E, quando vê seu dia amanhecer igual todos os dias, na mesmice da desilusão e desesperança, sem um bocado de pão para redimir sua estética, sem um “dorme bem” para esquentar sua dignidade, tem sido realmente motivo de preocupação de quem está no comando da Nação?
Os políticos na sua maioria adquiriram “imunidade fraterna”, ficaram com suas emoções cauterizadas, perderam o que seres humanos normais teem de melhor: Compaixão ante o sofrimento alheio, causando desilusão e frustração na sociedade, cada dia mais cética, pois as promessas foram esquecidas.
Quantas vidas foram destruídas pela chama do poder alcançado?
Difícil sair dali ileso, sem mácula, se isto acontecer vira herói. É Senhor.
PELA ÉTICA NO PODER!
Solange Sala
Endereço de e-mail: solange.sala@hotmail.com
sexta-feira, 20 de março de 2009
ALMA APRESSADA
Vida momentânea com momentos vividos num tempo de magia!
Assim ... tenha pressa de acordar pra novidade encantadora da vida sorrindo um sorriso largo,desmedido com perfeição e sem fim...
Tenha pressa de sonhar sonhos, transbordante, perfumoso,
Com mãos cheias de possibilidades, alma apressada ouse acreditar!
Esquive-se da fadiga diária, drible sorrateira diferença faça diferença!
Corra andando de maneira tal que alcance vitória no pódio da vida!
Fuja obstinadamente da aparente mediocridade, assim não terás que suportar melindre e frustrações de coisas inúteis, sem real valor, faça então encantadora diferença.
Lute como um guerreiro vencendo batalhas cotidianas, matando inimigos, reduzindo-os a escravidão de sua vontade onde o soberbo orgulho, a vã desesperança e vaidade embutida, fugirão esmagadas de maneira covarde, humilhados, sem norte, não sabendo o que fazer...pois o essencial faz a vida ser diferente, assim não terá que fazer acareação com desafetos, não terás ego inflado com explícita loucura incompreensível e inaceitável...
Então a magia do tempo vai soprar no coração da alma apressada: __ Nunca é tarde pra recomeçar, vale a pena mudar!
Junho de 2008
Assim ... tenha pressa de acordar pra novidade encantadora da vida sorrindo um sorriso largo,desmedido com perfeição e sem fim...
Tenha pressa de sonhar sonhos, transbordante, perfumoso,
Com mãos cheias de possibilidades, alma apressada ouse acreditar!
Esquive-se da fadiga diária, drible sorrateira diferença faça diferença!
Corra andando de maneira tal que alcance vitória no pódio da vida!
Fuja obstinadamente da aparente mediocridade, assim não terás que suportar melindre e frustrações de coisas inúteis, sem real valor, faça então encantadora diferença.
Lute como um guerreiro vencendo batalhas cotidianas, matando inimigos, reduzindo-os a escravidão de sua vontade onde o soberbo orgulho, a vã desesperança e vaidade embutida, fugirão esmagadas de maneira covarde, humilhados, sem norte, não sabendo o que fazer...pois o essencial faz a vida ser diferente, assim não terá que fazer acareação com desafetos, não terás ego inflado com explícita loucura incompreensível e inaceitável...
Então a magia do tempo vai soprar no coração da alma apressada: __ Nunca é tarde pra recomeçar, vale a pena mudar!
Junho de 2008
PELA VIDA
Estou como quem sonha,
Andando pela vida...
Quero viver uma vida,
Sonhando sonhos de amor,
Buscando afetos e amores,
Sentindo o gosto da vida.
Semeando sempre na estrada,
Alegria, serviço, sem temores.
Viver é sempre um desafio,
E de desafios vamos vivendo,
Pois, se alguém ainda não sabe,
A vida só tem momentos.
Assim devemos seguir,
Andando sempre a festejar,
Pois o momento vivido,
Com certeza não voltará...
30/10/05
Andando pela vida...
Quero viver uma vida,
Sonhando sonhos de amor,
Buscando afetos e amores,
Sentindo o gosto da vida.
Semeando sempre na estrada,
Alegria, serviço, sem temores.
Viver é sempre um desafio,
E de desafios vamos vivendo,
Pois, se alguém ainda não sabe,
A vida só tem momentos.
Assim devemos seguir,
Andando sempre a festejar,
Pois o momento vivido,
Com certeza não voltará...
30/10/05
sábado, 14 de março de 2009
TEMPO
Passarinho cresceu num ninho
Teve dificuldade em se libertar,
Quando criou asas alçou vôo,
Um pássaro dele se encantou!
Passarinho feliz nada percebeu,
Seguindo os sinais do coração!
O tempo foi passando, passando...
Passarinho estava aprisionado,
Saíra de um ninho estranho!
E em estranho ninho entrara.
Uma coisa aprendeu no ninho,
A olhar para o céu e cantar...
Um anjo ouviu seu canto e gostou
Em liberdade o passarinho colocou.
O tempo com tempo cura...
É enfermeiro, tem seus encantos,
Passarinho deu tempo, conseguiu;
Sair do ninho a voar e cantar...
13/11/2005
Teve dificuldade em se libertar,
Quando criou asas alçou vôo,
Um pássaro dele se encantou!
Passarinho feliz nada percebeu,
Seguindo os sinais do coração!
O tempo foi passando, passando...
Passarinho estava aprisionado,
Saíra de um ninho estranho!
E em estranho ninho entrara.
Uma coisa aprendeu no ninho,
A olhar para o céu e cantar...
Um anjo ouviu seu canto e gostou
Em liberdade o passarinho colocou.
O tempo com tempo cura...
É enfermeiro, tem seus encantos,
Passarinho deu tempo, conseguiu;
Sair do ninho a voar e cantar...
13/11/2005
IGREJA - ABORTO - ESTADO
Os teólogos cristãos (Gregório, Niceno, São Cipriano, Tertuliano), encetaram um combate contra a tese dos juristas romanos (mulieris portio). O feto não era uma simples parte do ventre da mulher, mas um ser dotado de alma. Os pensadores da Igreja proclamaram que o aborto é sempre um homicídio. O pensamento cristão marca uma linha divisória em relação à fase anterior, precisamente por afirmar o direito à vida do ser humano dotado de uma alma racional criada por Deus para a vida e não para a morte.
Em 1976 o Papa Paulo VI, disse que o feto tem “pleno direito à vida” a partir do momento da concepção, que a mulher não tem nenhum direito de abortar, mesmo para salvar sua própria vida. Essa posição se baseia em quatro princípios:
1- Deus é o autor da vida.
2- A vida se inicia no momento da concepção.
3- Ninguém tem o direito de tirar a vida humana inocente.
4- O aborto, em qualquer estágio de desenvolvimento fetal, significa tirar uma vida humana inocente.
Na doutrina religiosa dos protestantes, há um leque maior de atitudes em relação ao aborto. Encaram a questão de forma menos homogênea, apresentando enfoques mais flexíveis do que entre as autoridades da Igreja Católica Romana.
Há uma carta do arcebispo de Canterbury para o Jornal The Times, de Londres, na qual, pergunta: “Para a Igreja e para o Estado, a unidade do respeito moral é a pessoa humana. Quando o embrião humano se torna uma pessoa?”.
O Abade Downside mantém que “não há momento determinante afora o momento da concepção, no qual se possa razoável biológica e fisiologicamente determinar que se inicie a vida humana. Apesar disso, pra mim me parece difícil admitir que comece nesse ponto”.
No primeiro semestre de 2007, o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, declarou que o aborto é uma questão de saúde pública grave, que mata as mulheres e que precisa ser enfrentada pela sociedade e pelo Congresso Nacional.
O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva também afirmou que o aborto é um problema de saúde pública e que o Estado brasileiro é laico, ou seja, não deve ter suas políticas orientadas por preceitos religiosos.
Em outubro de 2007, a Ministra - Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, fez uma defesa veemente da mudança de legislação para descriminalizar totalmente a interrupção da gravidez no país. É um absurdo que não haja a descriminalização do aborto no Brasil, pois essa não é uma questão de foro íntimo, mas sim de saúde pública, e precisa ser regulamentada, declarou em outubro de 2007 ao Jornal Folha de São Paulo. Foi muito aplaudida pela platéia que assistia ao evento.
Enquanto a Igreja e o Estado não se definem, vidas estão sendo dizimadas por compreensões diferentes do assunto, no momento, vemos o caso da criança de 09 (nove) anos, violentada pelo padrasto e grávida de gêmeos.
Será que a Igreja realmente se preocupa com o que passa na cabeça de uma criança de 09 anos, que fora violentada desde os 06 (seis) anos de idade, dentro de sua própria casa?
Para a igreja, portanto, aborto é mais grave do que estupro. Os médicos que o realizaram são piores do que o suspeito de pedofilia em Catanduva (SP).
Para Dom José Cardoso Sobrinho (Arcebispo de Olinda e Recife) estuprar crianças é pecado, mas não muito...
Trata-se do típico caso em que a igreja anda para um lado, enquanto o mundo e as pessoas para o outro, em sentido contrário.
SSala – 07 de março de 2009
Em 1976 o Papa Paulo VI, disse que o feto tem “pleno direito à vida” a partir do momento da concepção, que a mulher não tem nenhum direito de abortar, mesmo para salvar sua própria vida. Essa posição se baseia em quatro princípios:
1- Deus é o autor da vida.
2- A vida se inicia no momento da concepção.
3- Ninguém tem o direito de tirar a vida humana inocente.
4- O aborto, em qualquer estágio de desenvolvimento fetal, significa tirar uma vida humana inocente.
Na doutrina religiosa dos protestantes, há um leque maior de atitudes em relação ao aborto. Encaram a questão de forma menos homogênea, apresentando enfoques mais flexíveis do que entre as autoridades da Igreja Católica Romana.
Há uma carta do arcebispo de Canterbury para o Jornal The Times, de Londres, na qual, pergunta: “Para a Igreja e para o Estado, a unidade do respeito moral é a pessoa humana. Quando o embrião humano se torna uma pessoa?”.
O Abade Downside mantém que “não há momento determinante afora o momento da concepção, no qual se possa razoável biológica e fisiologicamente determinar que se inicie a vida humana. Apesar disso, pra mim me parece difícil admitir que comece nesse ponto”.
No primeiro semestre de 2007, o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, declarou que o aborto é uma questão de saúde pública grave, que mata as mulheres e que precisa ser enfrentada pela sociedade e pelo Congresso Nacional.
O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva também afirmou que o aborto é um problema de saúde pública e que o Estado brasileiro é laico, ou seja, não deve ter suas políticas orientadas por preceitos religiosos.
Em outubro de 2007, a Ministra - Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, fez uma defesa veemente da mudança de legislação para descriminalizar totalmente a interrupção da gravidez no país. É um absurdo que não haja a descriminalização do aborto no Brasil, pois essa não é uma questão de foro íntimo, mas sim de saúde pública, e precisa ser regulamentada, declarou em outubro de 2007 ao Jornal Folha de São Paulo. Foi muito aplaudida pela platéia que assistia ao evento.
Enquanto a Igreja e o Estado não se definem, vidas estão sendo dizimadas por compreensões diferentes do assunto, no momento, vemos o caso da criança de 09 (nove) anos, violentada pelo padrasto e grávida de gêmeos.
Será que a Igreja realmente se preocupa com o que passa na cabeça de uma criança de 09 anos, que fora violentada desde os 06 (seis) anos de idade, dentro de sua própria casa?
Para a igreja, portanto, aborto é mais grave do que estupro. Os médicos que o realizaram são piores do que o suspeito de pedofilia em Catanduva (SP).
Para Dom José Cardoso Sobrinho (Arcebispo de Olinda e Recife) estuprar crianças é pecado, mas não muito...
Trata-se do típico caso em que a igreja anda para um lado, enquanto o mundo e as pessoas para o outro, em sentido contrário.
SSala – 07 de março de 2009
sábado, 7 de março de 2009
REFÉNS DO MEDO
O questionamento é universal e constante. Somos reféns desse sentimento (medo), que brota em nós, como uma erva daninha. Vivemos em inevitáveis buscas pela ordem, quando defrontamos diariamente com a desordem.
Com o nascer do dia, ansiamos por mudanças, porém nada acontece, ficamos como que aprisionados, encarcerados, nada pode ser feito, é caos!
Vemos o mundo através de caleidoscópio rodopiante, viajamos através de luz em busca de segurança. O tempo, uma angustia, no entanto a ele cedemos.
Temos ao nosso dispor, verdadeiro arsenal de objetos de suposta proteção contra possíveis inimigos, ainda assim continuamos em perigo.
O medo é o estado afetivo suscitado pela consciência do perigo ou que, ao contrário, suscita essa consciência.
Difícil mesmo é encontrarmos residências sem as famosas placas: cerca elétrica, cuidado com o cão, quando não, uma guarita com vigia. Carro sem alarme, definitivamente é utopia.
Porém, precisamos viver e ai? Como conviver com esse estranho sentimento do medo, que assola toda a humanidade?
Misteriosamente, nascemos chorando! É como se o impacto com o desconhecido mexesse com nossas emoções, parece que o choro é uma manifestação implícita de pedido de socorro.
Nesse distúrbio de emoções contidas, que deflagra conseqüências drásticas, com seqüelas, criamos então “cercas de proteção”, ficamos enclausurados, sem gosto de liberdade, juntos a uma sociedade sofrida e anônima, pois padecemos de uma doença universal desde os primórdios, quando o homem procurava se proteger em cavernas, de possíveis inimigos e perigos ocultos.
Ainda assim, queremos viver! Algo dentro de nós clama por vida. O sentimento de sobrevivência gira em torno de nós e ficamos sempre na “defensiva”, buscando uma capa de proteção. O homem é um animal pensante, forte e gregário, apesar da busca pela solidão, anda em caravanas, ainda que na defensiva...
Cercas elétricas, alarmes em carros, vigias noturnos, guaritas reforçadas e dose cavalar de adrenalina, nos motiva a vivermos juntos, nesta misteriosa caminhada, numa sociedade refém do medo e constante perigo.
2.15 – Em “Reféns do Medo” faltou falar um pouco mais sobre estarmos prisioneiros enquanto os criminosos estão à solta. Fale também sobre o incremento da violência motivado pelo narcotráfico. E acho que cairão bem algumas considerações sobre a escravidão ao dinheiro, a corrida louca pela sobrevivência e progresso dentro de uma sociedade altamente consumista e competitiva.
Setembro de 2008
Com o nascer do dia, ansiamos por mudanças, porém nada acontece, ficamos como que aprisionados, encarcerados, nada pode ser feito, é caos!
Vemos o mundo através de caleidoscópio rodopiante, viajamos através de luz em busca de segurança. O tempo, uma angustia, no entanto a ele cedemos.
Temos ao nosso dispor, verdadeiro arsenal de objetos de suposta proteção contra possíveis inimigos, ainda assim continuamos em perigo.
O medo é o estado afetivo suscitado pela consciência do perigo ou que, ao contrário, suscita essa consciência.
Difícil mesmo é encontrarmos residências sem as famosas placas: cerca elétrica, cuidado com o cão, quando não, uma guarita com vigia. Carro sem alarme, definitivamente é utopia.
Porém, precisamos viver e ai? Como conviver com esse estranho sentimento do medo, que assola toda a humanidade?
Misteriosamente, nascemos chorando! É como se o impacto com o desconhecido mexesse com nossas emoções, parece que o choro é uma manifestação implícita de pedido de socorro.
Nesse distúrbio de emoções contidas, que deflagra conseqüências drásticas, com seqüelas, criamos então “cercas de proteção”, ficamos enclausurados, sem gosto de liberdade, juntos a uma sociedade sofrida e anônima, pois padecemos de uma doença universal desde os primórdios, quando o homem procurava se proteger em cavernas, de possíveis inimigos e perigos ocultos.
Ainda assim, queremos viver! Algo dentro de nós clama por vida. O sentimento de sobrevivência gira em torno de nós e ficamos sempre na “defensiva”, buscando uma capa de proteção. O homem é um animal pensante, forte e gregário, apesar da busca pela solidão, anda em caravanas, ainda que na defensiva...
Cercas elétricas, alarmes em carros, vigias noturnos, guaritas reforçadas e dose cavalar de adrenalina, nos motiva a vivermos juntos, nesta misteriosa caminhada, numa sociedade refém do medo e constante perigo.
2.15 – Em “Reféns do Medo” faltou falar um pouco mais sobre estarmos prisioneiros enquanto os criminosos estão à solta. Fale também sobre o incremento da violência motivado pelo narcotráfico. E acho que cairão bem algumas considerações sobre a escravidão ao dinheiro, a corrida louca pela sobrevivência e progresso dentro de uma sociedade altamente consumista e competitiva.
Setembro de 2008
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